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Prefeitos do G4 Vale do Aço buscam alternativa para reajuste da tarifa do transporte público municipal

Os gestores do Vale do Aço também buscam melhorias e adequações nas linhas municipais

Por Redação em 16/05/2022 às 17:23:02
Foto: Divulgação/PMCF

Foto: Divulgação/PMCF

Os prefeitos das quatro maiores cidades do Vale do Aço, que formam o G4 da Região Metropolitana, se reuniram nesta segunda-feira (16), em Coronel Fabriciano. Em pauta, o a proposta de reajuste da tarifa do transporte público, encaminhada pelo consórcio de empresas que operam nas linhas municipais.

Os prefeitos buscam o entendimento, de forma garantir a continuidade do serviço pelo consórcio, mas sem onerar tanto o usuário. Os gestores do Vale do Aço também buscam melhorias e adequações nas linhas municipais.

As empresas pedem o reajuste de 59%, com base no IGPM de setembro de 2019 a abril 2022, uma vez que os valores ficaram congelados por dois anos. Em cada município é praticado um valor. No caso da demanda do Consórcio para Fabriciano, elevaria a tarifa de R$ 4,10 para R$ 7,50.

Os prefeitos descartam tal margem, mas entendem que houve nos últimos anos , aumento nos custos para as empresas, sobretudo, do combustível que é o principal insumo. As planilhas ainda estão sob estudo e uma das saídas possíveis é a definição de valor único da tarifa para as quatro cidades.

Uma nova reunião do G4 está prevista para a próxima sexta-feira (20).

Foto: Divulgação/PMCF

O prefeito de Coronel Fabriciano, Marcos Vinícius Silva Bizarro, foi o anfitrião e recebeu os prefeitos de Santana do Paraíso, Bruno Morato, e o prefeito de Timóteo, Douglas Willkys. Gustavo Nunes, prefeito de Ipatinga, participou remotamente.

LINHAS INTERMUNICIPAIS

Desde segunda-feira (16, o transporte coletivo intermunicipal já roda com nova tarifa. O reajuste foi de R$ 17,54% para ônibus que trafegam em trechos asfaltados e de 16.88% em estradas não pavimentadas. As empresas pediam reajuste de 20%. É importante reforçar que o índice é negociado e autorizado pelo governo do Estado, uma vez que os municípios não têm a competência legal de regulamentar sob o transporte intermunicipal.

O reajuste concedido ao transporte intermunicipal já provocou um aumento de R$ 18 mil mensais nas despesas da Prefeitura de Fabriciano com o vale transporte dos servidores municipais.


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